domingo, 27 de julho de 2014

tubulacao enferrujada da sabesp

vejam como fica as tubolacao de ferro fundido da sabesp a companhia de agua e esgoto do estado de sao paulo totalmente enferrujada ela e quem transporta a agua potavel dos reservatorio ate as residencias.

Agências se desentendem sobre uso da água

Crise era tratada como problema de São Paulo, mas começa a criar desentendimentos entre agências reguladoras

Agências se desentendem sobre uso da água
"AE"
A escassez de água na Região Sudeste começou a causar fissuras dentro do governo federal. A crise, que até agora era tratada como um problema restrito ao governo de São Paulo, sendo observada à distância pela União, acabou desembocando em troca de acusações e desentendimentos entre as agências reguladoras.
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), responsável pela administração do transporte fluvial no País, acusa a Agência Nacional de Águas (ANA) de ser omissa em sua função de garantir o equilíbrio no uso da água para diferentes propósitos: abastecimento, geração de energia e transporte de carga. A Antaq também disparou críticas contra o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), acusado de privilegiar apenas o plano de geração de energia e ignorar o resto.
"A ANA não faz o básico, que é garantir o uso múltiplo da água. Nem a ANA nem o ONS respeitam essa regra. Não somos consultados em nada, quem decide tudo são eles. Ficamos sabendo das decisões de vazão do Tietê-Paraná na última hora. Todos simplesmente ignoram a navegação", disse ao Estado o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski.
O diretor da ANA, Vicente Andreu, reagiu às acusações. "A Antaq reclama, mas a verdade é que eles nunca apresentaram uma solução. Uso múltiplo da água não significa uso equivalente. O departamento hidroviário de São Paulo apresentou duas propostas para o ONS para resolver o problema. A Antaq nunca apresentou uma proposta", afirmou.
O ONS afirma que as decisões sobre a vazão dos rios são técnicas e decididas pelos membros do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, ligado ao Ministério de Minas e Energia.
O clima na Antaq é de indignação. As rusgas entre as agências reguladoras começaram a surgir em maio, com a redução de vazão de água nas hidrelétricas do sistema Tietê-Paraná. A medida afetou diretamente o tráfego de barcaças na hidrovia, que é a mais movimentada do País. Há quase um mês, as operações foram completamente paralisadas.
O diretor da agência, Adalberto Tokarski, fez um levantamento sobre o reflexo da retenção de água na Tietê-Paraná para a movimentação de carga. "Entre maio e novembro do ano passado, 2 milhões de toneladas de soja e milho passaram por essa hidrovia. Neste ano, se ela permanecer intrafegável nesse período, serão colocados 45 mil caminhões a mais nas estradas da região, para causar, mais uma vez, aquelas filas imensas nos portos do Sudeste. Isso é um absurdo."
Questionada sobre o assunto, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, saiu em defesa da ANA. Em entrevista ao Estado, disse que a Antaq não propõe soluções para a situação. "A ANA tem uma proposta clara sobre hidrovia, e é verdade que o ONS tem uma certa resistência a isso. Mas a Antaq nunca soube discutir esse assunto. Ela não está preparada para esse debate político", disse Izabella. "Por que a Antaq não constrói o diálogo? Por que não procura o seu ministro para discutir o tema? Se a situação está no limite, em vez de ficar acusando, o que ela deveria fazer é provocar o debate e tentar construir o marco regulatório que viabilize isso." Para a diretoria da Antaq, as suas propostas são constantemente rejeitadas. Adalberto Tokarski diz que os problemas de navegação também começaram a afetar operações no rio São Francisco, onde empresas estão paralisando o transporte de carga e demitindo funcionários. A queixa foi levada à Comissão de Infraestrutura do Senado. "Ninguém está dizendo que não se deve gerar energia ou abastecer a população com água. O que está em questão é a forma de gestão. O uso da água é mal feito", disse o diretor da agência.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 29 de junho de 2014

Um lindo beija flor descansando em quanto choca os seus ovos em seu nihno
parracho de maracajau um eselente lugar para se fazer turismo










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Ele foi o herói do jogo sufocante da tarde deste sábado (28), no Mineirão. Julio Cesar salvou a partida do Brasil contra o Chile ao defender três gols no pênalti. Muito emocionado, o goleiro da Seleção Brasileira relembrou um difícil momento na carreira, e falou sobre o seu desempenho na partida desta tarde.
Julio Cesar defendeu a cobrança de Pinilla e de Alexis Sánchez no Mineirão, em Belo Horizonte, levando o Brasil às quartas de finalda Copa do Mundo. O goleiro foi destaque de uma partida mal jogada pelos demais atletas da Seleção. Emocionado, ele deu entrevista à "TV Globo" e falou sobre a disputa.
"Só tenho que agradecer ao público e aos meus companheiros. Porque nós acreditamos sempre. É complicado, psicologicamente e emocionalmente, falar porque para nós, jogar em casa é uma pressão muito forte. Mas graças a Deus deu tudo certo no final", disse.
Além disso, o atleta destacou a união da equipe, que deu força a ele em um momento de incertezas na carreira. "Quatro anos atrás eu dei uma entrevista muito triste, e hoje eu repito, com felicidade: Só Deus e a minha família sabem o que eu passei e o que eu passo até hoje. Mas eu sei que a minha história na Seleção não acabou. Faltam três degraus, e eu espero dar outra entrevista com o Brasil todo em festa. Os meus companheiros estão me dando muita força para eu chegar no campo e dar o meu melhor", disse o jogador com lágrimas nos olhos, ao ser questionado sobre a emoção que demonstrou antes de defender os pênaltis da partida.
"Para mim a Copa poderia até acabar hoje, se é que vocês me entendem. Muito obrigada a todos que acreditaram no Julio, que torceram pela gente. Para mim, não importa o resto e sim o que ele fez para chegar até aqui. Deus, obrigada por tudo. Amém. Outra coisa não darei entrevistas, espero que respeitem este meu momento, a estrela lá em casa é o Julio", escreveu Susana Wernermulher do goleiro, no Twitter, reforçando que numa fase mais reservada.
Bruna Marquezine esteve no estádio Mineirão para torcer pelo namorado, Neymar. A atriz, que foi acompanhada pela irmã do jogador e amigos, mostrou nervosismo ao acompanhar a partida.